Você já ouviu falar em comunicação não violenta? Esse termo está em alta nas organizações e, inclusive, nas empresas e áreas de TI. Então, entenda do que se trata, como funciona e seus benefícios, para poder extrair as vantagens de trabalhar com mais empatia, colaboração e comunicação eficiente.

De onde surgiu a ideia da “Comunicação não violenta”?

Também conhecida pela sigla CNV ou pelo termo “Comunicação Empática”, a comunicação não violenta é um processo de pesquisa contínua encabeçada pelo psicólogo americano Marshall Bertram Rosenberg, que visa estabelecer relações de parceria e cooperação, através de uma comunicação eficiente em que predomine a empatia.

A estratégia por trás desse processo de pesquisa

A grande sacada desse processo de melhoria na comunicação, consiste justamente em enfatizar a importância dos valores comuns do ser humano, para embasar as ações do profissional no seu dia a dia, através da imparcialidade, justiça e principalmente empatia.

Dessa forma, a comunicação não violenta proporciona que as situações no ambiente corporativo (e fora dele, também!) possam ser mais bem avaliadas, ajudando a distinguir pontos importantes necessários para apoiar tomadas de decisões e resoluções, como:

  • Distinção entre observações e juízos de valor
  • Distinção entre sentimentos e opiniões
  • Distinção entre necessidades (ou valores universais) e estratégias
  • Distinção entre pedidos e exigências/ameaças

(fonte: Wikipédia)

Essas distinções são decisivas para evitar situações classificatórias, de dominação ou que responsabilizem ou tirem a responsabilidade do indivíduo, erroneamente. Somente por essas definições, já é possível perceber o quanto a comunicação não violenta favorece a qualidade dos relacionamentos e, consequentemente, melhora o ambiente trabalho favorecendo a qualidade das entregas e a valorização do capital humano.

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Principais características da comunicação não violenta

Dentre as principais características da comunicação não violenta, podemos destacar:

  • A continuidade entre as esferas pessoal, interpessoal e social; o que proporciona formas práticas de intervir em cada uma dessas esferas;
  • O aprofundamento no entendimento da comunicação não violenta, gera o entendimento de que as ações das pessoas são originadas para satisfazer as necessidades humanas e isso deve ser entendido com clareza e sem julgamentos;
  • As ações devem ser realizadas e as necessidades atendidas evitando o uso de medo, vergonha, acusação, da ideia de falha, coerção ou ameaças; prevalecendo a empatia, a compreensão e a colaboração.

Além das características citadas acima, considera-se como o “princípio chave” desse tipo de comunicação, a capacidade da expressão de opinião sem usar julgamentos (como bom ou ruim), que é o que acontece quando se julga estar certo ou errado, de acordo somente com a própria opinião. Tudo isso, apostando em se expressar com base em sentimentos e necessidades, ao invés de críticas e julgamentos.

Comunicação não violenta: a melhora da comunicação do time de TI!

Essa pesquisa deve ser aproveitada em todas as áreas das organizações, para que seja possível explorar os benefícios de um ambiente em que prevaleça uma comunicação eficaz, empática e sadia, em todos os aspectos.

Por isso, não deixe de conhecer mais sobre a comunicação não violenta. Caso haja dúvidas, sugestões ou comentários sobre o tema, não deixe de registrar aqui. Continue acompanhando nosso blog para mais dicas relevantes como essa.

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