A pandemia trouxe mudanças significativas para a vida de todos. Dentre essas mudanças, o isolamento social e o trabalho em home office, ocasionaram o aumento do tempo que as pessoas passam na internet. Com isso, muitas pessoas acabam esquecendo das vulnerabilidades que podem existir, o que se tornou um prato cheio para os criminosos virtuais. Confira esse artigo e saiba mais.

Hackers aproveitam a pandemia para aumentar seus crimes

Como muitas pessoas sabem, os ciberataques podem ocasionar sérios prejuízos financeiros, além de causar muita dor de cabeça caso os dados pessoais sejam utilizados indevidamente por aí. No caso dos ataques às empresas, os prejuízos tendem a ser ainda maiores, além de envolver também danos à imagem da mesma e até a perda de credibilidade frente à concorrência.

Por isso, é de suma importância que, principalmente as empresas e pessoas que estão atuando em home office, reforcem suas políticas e tratativas de cibersegurança. Somente no Brasil, pesquisas apontam um aumento de 300% dos ciberataques durante a pandemia. Há ainda estudos que indicam cerca de  2.600 ciberataques relacionados à pandemia, ao dia, em todo o mundo.

Por que os ataques aumentaram?

Infelizmente a pandemia abriu um leque de oportunidades de ação para os hackers mal intencionados. As soluções digitais que, em muitos casos, tiveram que ser lançadas as pressas pelas empresas, as redes que passaram a ter um alto número de acessos remotos, o aumento considerável de compras online, as buscas por notícias e informações sobre a pandemia e a criação de aplicativos para oferecer serviços até então prestados somente presencialmente; são algumas das razões do aumento de ciberataques na pandemia. 

Os hackers sabem que há muito mais vulnerabilidades digitais no cenário atual que o mundo vive. Principalmente se levarmos em conta que a necessidade de liberar tanta solução digital as pressas, e de uma hora para outra, fez com que muitas dessas soluções não tenham sido implementadas com todos os requisitos de segurança necessários ou devidamente testados (o que costuma ser o trabalho de um hacker do bem).

Tipos mais comuns de iscas para ciberataques

Com o pânico instalado por conta do coronavírus , os criminosos digitais aproveitaram para tornar conteúdos online sobre a pandemia, iscas para os seus crimes. Confira alguns tipos mais comuns dessas iscas:

  • O malware é um vírus capaz de destruir, copiar, modificar e até mesmo bloquear dados; interferindo no funcionamento de computadores e redes. Esse vírus virtual tem sido disseminado através de arquivos enviados por e-mail ou disponíveis para serem baixados em sites, com a promessa de que contém informações sobre proteção contra o coronavírus.
  • Outro tipo de disseminação de vírus são as campanhas de phishing, que se tratam de ciberataques com a intenção de capturar informações como senhas e dados de cartão de crédito. Promoções falsas, fake news e e-mails falsos; são utilizados nesse caso.
  • Também houveram registros de ransomware, que é um golpe que envolve o sequestro/bloqueio de dados existentes no computador da vítima, sendo que o hacker promete a liberação desses dados apenas mediante a um pagamento de resgate. Somente no primeiro trimestre de 2020, esse tipo de crime virtual aumentou mais de 350% no Brasil.

Proteja-se dos ciberataques!

Como você pode conferir nesse conteúdo, é fundamental que as empresas e usuários invistam em soluções de segurança, para que não fiquem vulneráveis à ameaças. Seguir as regras de LGPD também é fundamental para quem deseja garantir mais proteção aos dados de sua empresa.

Além disso, nesse momento em que praticamente todas as empresas estão apostando no trabalho em  home office, os departamentos de TI precisam assegurar que os funcionários têm seguido as normas de segurança ao utilizar os equipamentos de informática em suas casas.

Enfim, você já sofreu algum ciberataque? Conhece algum caso? Deixe aqui as suas dúvidas e comentários sobre esse conteúdo!

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